segunda-feira, 22 de maio de 2017

Dia do Autor Português & da Biodiversidade

Hoje, 22 de Maio celebra-se o dia do Autor Português e também é o dia internacional da Biodiversidade!
Duas boas razões para divulgar as vossas opiniões e preferências.

O dia do Autor Português, tanto quanto sei, foi uma iniciativa da Sociedade Portuguesa de Autores, que comemora hoje 92 anos.
Nunca é demais recordar também que assim como devemos apreciar o trabalho e obra dos autores, também os devemos respeitar, e isso implica dar crédito, a quem de direito e, sempre que possível, comprar a obra ou assistir ao concerto ou visitar a exposição dos autores. E passem sempre a palavra porque aquilo que vos agrada a vocês, a muita gente também agradará.

No fundo, muitos são os grandes autores nacionais e muitos estão, certamente, ainda por ser descobertos. Quais são os vossos favoritos?


Quanto à biodiversidade, para todos os que apreciam a natureza, não há como ignorar as questões ambientais. Temos de fazer o que pudermos para preservar a natureza e a biodiverdade, tão afectada pela nossa expansão e exploração.
Com pequenos gestos podemos fazer toda a diferença. Coisas simples como: reciclar (e diminuir a produção de lixo, sempre que possível); não atirar lixo para o chão; respeitar a fauna e a flora quando visitamos parques e reservas; usar produtos biodegradáveis (sempre que possível); e fechar a torneira da água com mais frequência.
Estar atento ao que nos rodeia também ajuda. A maioria das Câmaras Municipais promove workshops, campanhas de sensibilização, realizam caminhadas pela natureza, e ajudam a divulgar o que cada município tem para oferecer e deve preservar.
Façam a vossa parte. :)

Zoo City

"Zoo City", de Lauren Beukes (ainda não publicado em Portugal)

O conceito por detrás deste livro é fenomenal. Nesta África do Sul, bem como no resto do mundo neste romance, as pessoas que matam outras, ou cujas acções resultam na morte de alguém, seja de forma propositada ou não, recebem de “presente” um animal místico que lhes concede poderes mas também os marca de forma bem visível como assassinos, isto porque o animal não pode estar muito tempo afastado do seu “dono” sob pena de ambos sofrerem dores horríveis.
Premissa interessante, certo?

A protagonista é também muito complexa. Ganhou o seu animal devido a um terrível acidente com um familiar e a sua vida folgada nunca mais foi a mesma. Vive agora num bairro degradado, usando o seu poder para encontrar objectos perdidos e mal conseguindo pagar as dívidas que adquiriu noutros tempos.
As personagens deste livro são todas muito “feridas”, na medida em que quase todas têm animais místicos e são todas bastante complexas. Consegui relacionar-me com quase todas elas (excepto o vilão). E até mesmo o romance está interessante, com todas as suas reviravoltas.
A reviravolta final, confesso, apanhou-me totalmente de surpresa, mas não gostei muito da resolução do mistério. Faz sentido mas era demasiado conturbada para ser bem aproveitada no pouco tempo que restava à narrativa. Mas aquela cena com os gémeos a lutarem … chiça que me arrepiou toda.

Custou-me um pouco a gostar da escrita mas quanto mais penso neste livro mais pareço gostar dele.

Em suma, recomendo a leitura deste romance pelas personagens, pelo conceito, e porque a componente social aqui é bastante sagaz e crítica.

Sinopse (em inglês):
Zinzi has a Sloth on her back, a dirty 419 scam habit and a talent for finding lost things. But when a little old lady turns up dead and the cops confiscate her last paycheck, she’s forced to take on her least favourite kind of job – missing persons.
Being hired by reclusive music producer Odi Huron to find a teenybop pop star should be her ticket out of Zoo City, the festering slum where the criminal underclass and their animal companions live in the shadow of hell’s undertow.
Instead, it catapults Zinzi deeper into the maw of a city twisted by crime and magic, where she’ll be forced to confront the dark secrets of former lives – including her own.

sábado, 20 de maio de 2017

O Restaurante no Fim do Universo


"O Restaurante no Fim do Universo (The Hitchhiker's Guide to the Universe 2)", Douglas Adams (Saída de Emergência) 

 Tal como no primeiro livro, aqui a sátira é sempre presente.
É incrível como o autor consegue tornar as situações mais ridiculas numa crítica que pode até passar despercebida mas não é nada tímida.

Neste livro os protagonistas são várias vezes separados e lançados para diferentes locais no espaço e no tempo, enquanto tentam encontrar o homem que governa o universo. Quando o encontram ele é a figura mais inesperada do livro todo. Quase no fim, Arthur e Ford aterram num planeta lindíssimo mas descobrem uma terrível verdade que só me fez rir.
O autor tem um humor impagável e, no entanto, confesso que não gostei particularmente do fim. Parece que as personagens desistiram de lutar.

Em suma, recomendo esta leitura, para quem saiba apreciar uma boa dose de sátira disfarçada de loucura.

Sinopse:
"A primeira tentação para o leitor mais desprevenido que se cruze com “O Restaurante no Fim do Universo”, julgando tratar-se de um apetitoso livro de culinária pejado de receitas do outro mundo, será entrar em pânico [...] Eu compreendo: é provável que nunca antes ou depois deste livro, o caro leitor se tenha cruzado com tal torrente de ideias, conceitos, lições de vida e piadas, concentrada em tão poucas páginas. Um começo, para evitar grandes ataques de stress, será ler o primeiro volume desta trilogia em cinco livros: “À Boleia Pela Galáxia”. Mas mesmo assim, não ficará livre de uma valente overdose de ideias brilhantes, quando exposto a “O Restaurante no Fim do Universo”, o livro que o seu autor, Douglas Adams, considerava o mais conseguido de toda a saga. A média de estrondosas ideias por página é, em qualquer livro de Adams, avassaladora... mas este bate todos os recordes.” Excerto da Introdução, por Nuno Markl 

segunda-feira, 15 de maio de 2017

The End is Nigh

"The End is Nigh (The Apocalypse Triptych 1), de John Joseph Adams, Hugh Howey , Ben H. Winters, Annie Bellet, Will McIntosh, Megan Arkenberg, Scott Sigler, Jack McDevitt, Nancy Kress, Seanan McGuire, Jonathan Maberry, David Wellington, Robin Wasserman, Matthew Mather, Paolo Bacigalupi, Sarah Langan, Desirina Boskovich, Charlie Jane Anders, Ken Liu, Jake Kerr, Tananarive Due, Tobias S. Buckell, e Jamie Ford (ainda não publicado em Portugal)

Opinião:
Nunca tinha ouvido falar de uma trilogia de antologias mas gosto do conceito!
The End is Nigh é o primeiro livro, e fala dos acontecimentos que antecedem o fim do mundo, pela mão de vários autores, alguns famosos e outros que descobri pela primeira vez neste livro.
Temos fins religioso, vírus, extra-terrestres, e muito mais. Há histórias para todos os gostos e de vários tamanhos.
Gostei bastante de vários dos contos e por isso conto ler a sequela muito em breve.
Fiquem com a opinião conto a conto:

"The Balm and the Wound", de Robin Wasserman
A história tem um início muito interessante visto que fala de um culto religioso e entra logo na mente do seu líder que nada mais quer do que ganhar uns trocos. Mas tudo muda quando o fim do mundo que ele previu realmente acontece. O senão deste conto é que realmente achei as outras personagens muito plásticas.

"Heaven is a Place on Planet X", de Desirina Boskovich
Este conto recordou-me um pouco o "Childhood's End" do Arthur C. Clarke, na medida em que tudo se despoleta quando uma raça alienígena decide liderar a raça humana para um futuro melhor. A diferença é que neste conto o período de transição é relativamente curto.
Gostei das personagens mas não gostei de o facto de não sabermos realmente o que acontece aos seres humanos que são considerados culpados dos crimes. Só nos dizem que são "enforced" e o leitor imagina que seja pena de morte mas nunca sabe ao certo.

"Break! Break! Break!", de Charlie Jane Anders
Adorei o ritomo da prosa. As personagens eram meias psicadélicas e a sua busca por adrenalina não fazia muito sentido no início, mas aos poucos as coisas foram-se desvendandado e tudo fez sentido. A brutalidade deste mundo, mesmo antes do seu fim, é cruamente descrita.
Gostei deste conto e só gostava que o final tivesse sido melhor.

"The Gods Will Not Be Chained", de Ken Liu
A construção da narrativa neste conto é calma mas resulta bem. A relação familiar que se vai desenrolando, bem como a ideia do rapto de mentes brilhantes e seu imprisionamento para uso corporativo, é na verdade bastante verossímil.

"Wedding Day", de Jake Kerr
Este conto tem muito sentimento. Trata de um casal de mulheres, que pensavam há anos casar-se mas que nunca tiveram oportunidade (porque era ilegal). A legalização do seu casamento é logo acompanhado pelo fim do mundo e o que se segue acaba por ser bastante previsível mas isso não é um problema porque, na verdade, aqui é o que elas sentem uma pela outra que importa. Gostei bastante.

"Removal Order", de Tananarive Due
Este conto fala de uma jovem mulher que fica com a sua avó eferma mesmo depois de toda a população ser evacuada. Adorei a forma como se focou na responsabilidade que ela sentia para com a avó e tudo o que fez por ela, sendo que a idosa está acamada e tem de ser a neta a fazer tudo por ela. A própria ideia por detrás do apocalipse, embora pouco clara, é suficientemente interessante e está sempre lá, como um manto em tudo o que acontece. O final surepreendeu-me e a prosa envolveu-me mesmo muito.

"System Reset", de Tobias S. Buckell
As personagens são o ponto forte deste conto, pelos seus valores e pela sua personalidade que se mostra logo nos primeiros parágrafos. A história podia ter fluído um pouco melhor no início, mas no fim a acção estava no passo certo. Espero que tenha continuação.

"This Unkempt World is Falling to Pieces", de Jamie Ford
Num passado que poderia ser nosso, a história começa de forma um pouco estranha. Não nos são dadas suficientes informações para sabermos onde estamos e quais as regras deste mundo mas aos poucos vamos percebendo o que se passa. Os detalhes são realmente fantásticos.Contudo não me consegui ligar muito às personagens nem ao romance.

"Bring her to me", de Ben H. Winters
Logo no início sabemos o que está em jogo e eu gostei muito disso. As personagens estão muito bem construídas e a sequência de acção é brilhante. Gostei mesmo muito deste conto que fala de um futuro onde todas as pessoas conseguem ouvir a voz de um homem que assumem ser Deus. O final está excelente e fiquei com vontade de ler mais.

"In the Air", de Hugh Howey
A acção deste conto não é sequencial e desta vez não acho que isso tenha funcionado a favor do conto. Aliás, acho que grande parte dos flashbacks nem fizeram grande diferença. Metade deles são desnecessários. No entanto o protagonista é bem explorado e ficamos a saber o que o move e como as suas decisões não só afectaram a sua família como também o resto do mundo.
No fim mal sabemos realmente qual o mal que se abateu sobre o mundo mas sabemos o suficiente.

"Goodnight Moon", de Annie Bellet
Este é um conto bastante curto (quase todos nesta antologia o são, mas este pareceu ainda mais pequeno) mas eu gostei do ambiente entre as personagens e de como as ficamos a conhecer relativamente bem em poucas linhas. Fala-nos de um grupo de astronautas que descobre , tarde de mais, que vão morrer e a vida na Terra nunca mais será amesma. No entanto pareceu-me que resolveram o seu dilema (de quem seria salvo) com um pouco de facilidade a mais. Será que seriam mesmo todos assim tão altruístas?
Mas fora isso o final foi muito bem escrito.

"Dancing with Death in the Land of Nod", de Will McIntosh
Um dos meus contos favoritos da antologia! Gostei mesmo muito da relação que se gerou entre os dois protagonistas, especialmente porque além de falar de algo pré-apocaliptico também tocou em assuntos como Alzheimer, o abandono dos idosos e dos efermos, um pouco como o conto "Removal Order" (também nesta antologia).
O final não foi inesperado mas ainda assim foi muito bem executado.

"Houses Without Air", de Megan Arkenberg
Não entendi este conto. Há histórias assim, que lemos mas realmente nada faz clique. Este foi um desses. É muito detalhado nas suas descrições mas o mundo é confuso e a única coisa que é certa é que o problema está no ar.

"The Fifth Day of Deer Camp", de Scott Sigler
Gostei de como este conto começou mesmo de forma muito banal. Parecia o prelúdio de um daqueles filmes de terror estilo Cabin in the Woods (não o filme com esse nome, que é bem diferente e muito fixe). No entanto achei que as personagens pareciam-se todas muito umas com as outras. Não as consegui individualizar. Mas fica a curiosidade por saber o que se vai passar a seguir.

"Enjoy the Moment", de Jack McDevitt
A protagonista neste conto é tão normal que é muito fácil relacionarm-nos com ela. O facto de que algo que ela econtrou, ao acaso, e que achou não ser nada des especial acabar por ter um desfecho tão negro, dá-lhe muita profundidade.

"Pretty Soon the Four Horsemen are Going to Come Riding Through", de Nancy Kress
Este conto fala de bullying e do próximo passo na evolução humana. Foi estranho mas muito interessante ver como a sociedade exilava e maltratava as crianças que eram diferentes e de como o seu lado mais animalesco sobresaía nos momentos mais estranhos. Fez-me reflectir.

"Spores", de Seanan McGuire
Este conto arrepiou-me toda, isto porque o conceito em si arrepia-me. Não sei porquê mas tenho mais nojo de fungos na pele do que sangue. Estranho? Sim mas eu sou assim.
Mas mesmo assim adorei! A prosa é muito boa e as personagens são realistas. Uma família normal, com uma mulher com um distúrbio obsessivo com o qual lidam bem, um casamento homossexual tratado com normalidade, e o vírus tão estranho e que se entranha lentamente no leitor.

"She’s Got a Ticket to Ride", de Jonathan Maberry
Este conto fala mesmo do que está por detrás de uma conspiração para manter o público ignorante de uma ameaça que os apelidados de lunáticos tentam avisar todos que está a chegar.
Como se foca no todo, acaba por negligenciar as personagens que são quase que irrelvantes. O que importa é a história.

"Agent Unknown", de David Wellington
O protagonista é um agente que está encarregue de suprimir uma doença virulenta que aparece aos poucos um pouco por toda a américa. Trabalha sozinho e através dele conhecemos a doença e o estado das coisas, até que ele percebe que nem ele está a par de tudo. Muito bom!

"Enlightenment", de Matthew Mather
Este conto é bastante arrepiante, pelo seu conceito e pelo encadeamento dos acontecimentos. Nele uma vegan com problemas de relacionamento vê-se envolvida com um culto com um estilo de vida mais que bizarro. Muito estranho! O que não foi óbvio foi o apocalipse em si. Como é que as acções deste culto levarão ao fim do mundo?

"Shooting the Apocalypse", de Paolo Bacigalupi
Este conto é, definitivamente, uma prequela para o "The Water Knife", que eu li no ano passado. Perecebi isto logo desde o início e, na verdade, foi bom regressar a este mundo imperdoável, e ao início de tudo. As personagens estão excelentes, a forma como interagem e dictutem e se movem funciona muito bem. Vale a pena, quer seja porque leram o romance ou porque querem conhecer o trabalho do autor.

"Love Perverts", de Sarah Langan
Este é um conto que fala do que as pessoas seriam capazes de fazer se soubessem que o fime stava próximo e não podiam mais ser salvas. O extremo das decisões e acções dos jovens protagonistas, do professor que trai a confiança deles, e de todos os outros com quem se cruzam. Nenhuma personagem é boa, nenhuma tem perdão, mas num mundo à beira do abismo, quem cometeu os priores crimes. Gostei da ambiguidade e da cruza deste conto.


Sinopse (inglês):
Famine. Death. War. Pestilence. These are the harbingers of the biblical apocalypse, of the End of the World. In science fiction, the end is triggered by less figurative means: nuclear holocaust, biological warfare/pandemic, ecological disaster, or cosmological cataclysm.
But before any catastrophe, there are people who see it coming. During, there are heroes who fight against it. And after, there are the survivors who persevere and try to rebuild. THE APOCALYPSE TRIPTYCH will tell their stories.
Edited by acclaimed anthologist John Joseph Adams and bestselling author Hugh Howey, THE APOCALYPSE TRIPTYCH is a series of three anthologies of apocalyptic fiction. THE END IS NIGH focuses on life before the apocalypse. THE END IS NOW turns its attention to life during the apocalypse. And THE END HAS COME focuses on life after the apocalypse.
THE END IS NIGH features all-new, never-before-published works by Hugh Howey, Paolo Bacigalupi, Jamie Ford, Seanan McGuire, Tananarive Due, Jonathan Maberry, Robin Wasserman, Nancy Kress, Charlie Jane Anders, Ken Liu, and many others.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Clube de Leitura de Braga - Maio 2017

Amanhã o Clube de Leitura de Braga volta a juntar-se na Betrand.
Dois livros e muito boa conversa estão à vossa espera a partir das 15h. Juntem-se a nós.

domingo, 23 de abril de 2017

Dia Mundial do Livro

Hoje é o dia Mundial do Livro, e porque a literatura é algo de universal e há bons livros em todo o mundo, eu decidi ver os livros que já li e escolher um de cada país que já visitei através da nacionalidade do seu autor (nota, eu contei o país de nascimento dos autores e não a sua residência, mas na maioria dos casos coincidem). Nos países e que li muito autores, escolhi um dos meus livros favoritos do país, dos que só li um, fica a menção desse mesmo (independentemente de ter amado ou não o livro). E não incluí a BD que já me levou a visitar estes e muitos outros países
Vamos ver quantos países já visitei?

Afeganistão: "Mil Sóis Resplandescentes", de Khaled Hosseini;
África do Sul: "Zoo City", de Lauren Beukes;
Albânia: " Palácio dos Sonhos", de Ismaïl Kadaré
Alemanha: "O Leitor", de Berhard Schlink;
Angola: "Os Transparentes", de Ondjaki;
Argentina: "Ficções", de Jorge Luís Borges;
Austrália: "A Filha da Floresta", de Juliet Marillier;
Brasil: ""Onze Minutos", de Paulo Coelho;
Canadá: "A História de uma Serva", de Margaret Atwood;
Cazaquistão: "Os Guardiães da Noite", de Sergei Lukyanenko;
Coreia (Sul): "Anna Dressed in Blood", de Kendare Blake;
Cuba: "As Cidades Invisíveis", de Italo Calvino;
Espanha: "O Mapa do Tempo", de Félix J. Palma;
Fiji (ilhas): "Slave to Sensation", de de Nalini Singh;
França: "A Loja dos Suicídios", de Jean Teulé;
Hungria: "As Velas Ardem até ao Fim", de Sándor Márai;
Itália: "Acabadora", de Michela Murgia;
Índia: "Entre os Assassinatos", de Aravind Adiga;
Inglaterra:  "A Guerra dos Mundos", de H. G. Wells;
Irão: "A Fenda", de Doris Lessing;
Irlanda: "O Quarto de Jack", de Emma Donoghue;
Islândia: "A Raposa Azul", de Sjón;
Japão: "The Edge of Tomorrow", de Hiroshi Sakurasaka;
México: Como Água para Chocolate", de Laura Esquível;
Moçambique: "Terra Sonâmbula", de Mia Couto; 
Perú: "A Casa dos Espíritos", de Isabel Allende
Portugal: "O Futuro à Janela", de Luís Filipe Silva;
República Checa (Austro-Hungaro): "A Metamorfose", de Franz Kafka; 
Rússia: "The Death of Ivan Ilych", de Leo Tolstoy;
Suécia: "Os Homens que Odeiam as Mulheres", de Stieg Larsson;
Ucrânia: "Solaris", de Stanislaw Lem;
U.S.A. (Estados Unidos da América): "Sunshine", de Robin McKinley;
Zimbabué: " A Rapariga no Comboio", de Paula Hawkins

São 33 países, o que é bastante pouco, tendo em conta que existem 193 (segundo a ONU), mas lá chegaremos!
E é possível que me tenha esquecido de alguns aqui na minha listas.

Entretanto, graças ao grupo "World Book Tour", no facebook, tenho lido um livro de um país diferente todos os meses. E vocês podem juntar-se a qualquer momento. Venham!
Este mês estamos de visita à Alemanha, daí que eu esteja a ler o "Assim Falava Zaratustra", de Friedrich Nietzche. A lista deste desafio virá em breve. Estejam atentos!


sexta-feira, 31 de março de 2017

Clube de Leitura de Braga - Abril 2017

Amanhã comemoramos os 5 anos do Clube de Leitura de Braga!
Venham fazer-nos companhia, para falar de literatura, BD, cultura e tudo sempre com boa disposição e sentido crítico.


Amanhã, às 15 horas, na Bertrand de Braga, na Avenida da Liberdade em Braga.

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